Destino: Buenos Aires

Buenos Aires é um dos destinos preferidos do brasileiro na América do Sul, isso pois a cidade tem um charme especial, o preço para viajar pra lá é bem convidativo (há promoções de passagem aérea por volta de R$ 500,00 ida e volta) e nosso real ainda tem um valor alto perto do peso argentino.

Onde trocar dinheiro?
Alejandro Careca já é bem conhecido entre brasileiros que vão para a Argentina. Além de cambiar dólares e reais, ele tem translados para o hotel desde o aeroporto e, também, passeios pela cidade. Super compensa contactá-lo:
aleecareca@gmail.com
+54 9 11 6727 6510


Transporte Público
Usamos MUITO o metrô, eles tem linhas que cobrem grande parte de pontos turísticos ou proximidades deles. A linha é essa:

Onde ir?
  • Plaza de Mayo e proximidades
Como chegar de metrô: 
  • Estação Plaza de Mayo - Linha A
  • Estação Leandro N. Além - Linha B
  • Estação Catedral - Linha D.
No caminho para a Plaza de Mayo, passamos pela Calle Florida, onde há muitas lojas e muitas pessoas oferecendo câmbio de moedas.
Passamos pela Galerias Pacífico e aproveitamos para desfrutar de um sorvete (de doce de leite, é claro) na Freddo. Essa galeria tem muitas lojas de grife e marcas bem conhecidas.


Depois seguimos até a Casa Rosada, que é a sede do poder executivo, declarada patrimônio histórico cultural. Aos sábados, domingos e feriados há visitas gratuitas guiadas das 10 às 18h.


Seguimos para a Plaza de Mayo e chegamos na Catedral Metropolitana, igreja na qual nosso querido Papa Francisco celebrava quando era arcebispo em Buenos Aires.






Seguindo pela Avenida de Mayo, passamos pelo Edificio Jornal La Prensa e fizemos uma parada para um café, no famoso Café Tortoni. Compensa bastante parar por lá tomar um cafezinho e desfrutar do ambiente. Os preços são um pouco mais elevados que os outros cafés, já que é um ponto turístico e as vezes é preciso aguardar um pouco na fila para entrar.


De lá, passamos pelo Obelisco, que foi erguido em comemoração ao quarto centenário da fundação da cidade e aí fomos até o Teatro Colón, mas não chegamos a entrar, queríamos ir em um dia com algum espetáculo, mas não demos sorte.


De lá seguimos até a Livraria El Ateneo, um passeio altamente recomendado, principalmente se você ama livros. A livraria principal que é a Grand Splendid fica na Av. Santa Fé, 1860 e conta com aproximadamente 120 mil títulos em estoque e fica em um espaço que antes foi um teatro, construído em 1919, logo, a arquitetura é belíssima.


A noite fomos na Bellagamba, um lugar bem descolado e com muita comida. É tipo um self-service, pegamos o que queríamos, esquentamos no microondas caso fosse necessário, pegamos as bebidas e levamos ao caixa. Muita milanesa e batata!

  • La Recoleta
Fomos até a estação Callao da linha B do metrô e andamos muito até El Sanjuanino (Posadas, 1515) para comer as famosas empanadas argentinas, que lá são MUITO boas, eles tem um vinho muito bom, e um atendimento meio ruim, mas enfim, vale a pena mesmo assim. 



Andamos muito, porém, no trajeto até o cemitério, passamos por alguma praças famosas, como a Mitre, Francia e Torcuato de Alvear. Também passamos (não entramos) pelo Museu Nacional de Belas Artes, que conta com artes dos principais artistas argentinos e tem entrada gratuita. E em frente ao Museu, se encontra o Centro Cultural Recoleta, também declarado Monumento Histórico Nacional e a Igreja Nossa Senhora do Pilar, se encontra na belíssima Plaza Intendente Alvear.


Passamos também pelo Palais de Glace, construído em 1911 como uma pista de patinação no gelo, que depois passou a ser um salão de tango e, atualmente, é um salão de artes.


No caminho fica, também, a Faculdade de Direito e o Monumento Floralis Genérica que é a obra do arquiteto argentino Eduardo Catalano. Representa uma grande flor que pesa dezoito toneladas e tem uma altura de 23 metros, além de um sistema elétrico, que abre e fecha automaticamente suas pétalas. Depois, se encontra a Biblioteca Municipal, que foi fundada em 1811 e possui uma coleção de aproximadamente 2.000.000 de exemplares e sua hemeroteca é a mais importante da América Latina.


E, enfim, chegamos ao Cemitério da Recoleta que é considerado também um museu, já que tem um grande número de obras de arte e lá estão os restos mortais de personalidades famosas, como Eva Perón. O cemitério foi inaugurado em 1822 e fica aberto diariamente das 8 às 18h.
Curiosidade: o metro quadrado mais caro da cidade, está localizado dentro do Cemitério da Recoleta.


Finalizamos a visita ao bairro no café La Biela, fundado em 1850 e super fofo.


A noite jantamos no Sarkis, só amor nesse restaurante. Penso em voltar para Buenos Aires só pra comer lá mais uma vez (comemos 3 vezes por lá). A fila é grande, cheguem cedo, tipo, antes das 20h e peçam, por favor, a katfa com molho de iogurte. O preço lá é excelente com aproximadamente 70 reais (o casal) comemos (incluindo sobremesa) e bebemos vinho. Veja aqui uma resenha do Sarkis.

  • Circuito Palermo Soho e Palermo Hollywood
Fomos caminhando do hotel até lá, já que estávamos em uma região próxima à Palermo. Se você não está próximo ao bairro, pode chegar pelo metrô na Linha D, estação Plaza Italia. Começamos nosso passeio pelo Jardim Botânico.
O Jardim Botânico foi inaugurado em 1898 e foi declarado Patrimônio Histórico Nacional e é uma área verde de 5 hectares, com mais de 5.500 espécies de árvores e plantas nativas e diferentes regiões do mundo, dividido e organizado em diferentes setores como: o patio francês, patio oriental, patio romano. A entrada é gratuita.


Ao lado do jardim há o Zoológico (120 pesos a entrada), que não visitamos, por conta dos boatos de mal trato dos animais. Então, seguimos até o Jardim Japonês, que funciona diariamente das 10 às 18h e custou 32 pesos por pessoa a entrada. Esse jardim foi construído em 1967 em ocasião da visita do então imperador do Japão. No jardim opera um restaurante, uma casa de chá e uma biblioteca de assuntos japoneses.


E, por fim, fomos até El Rosedal que é um dos jardins mais bonitos da cidade. Possui um lago onde você pode alugar barcos, uma área dedicada ao cultivo de rosas, uma coleção de bustos de poetas e escritores e um pátio típico da Andaluzia. O parque tem 18.000 roseiras de espécies diferentes.


No caminho de volta passamos por duas feiras, uma delas a Feira de Palermo Soho que fica na Rua Jorge Luis Borges e Honduras, na Praça Serrano. Indo do ponto do metrô Plaza Italia, você andará mais ou menos oito quadras. Essa feira funciona de quarta a sexta das 15 às 20h e de sábados, domingos e feriados das 14h às 20h.
Nosso jantar foi no tão bem falado Las Cabreras. Acho que a expectativa de ser algo tão bom, foi meio frustrada. É bom, mas prefiro o Sarkis (mais barato e mais gostoso).
  • San Telmo
Começamos nosso domingo na Feira de San Telmo. Mas feira de que? Feira de tudo! Tudo o que você imaginar vendem naquela feira, as maiores quinquilharias, coisas velhas, novas, artesanato, muito couro, comida, etc. Para chegar até lá, descemos na Plaza de Mayo e caminhamos umas 10 quadras. A Feira de San Telmo é famosa pela venda de antiguidades e curiosidades. e está oficialmente na Plaza Dorrego, mas conforme você vai seguindo até a plaza, há muita gente vendendo muitas coisas.


Dica: Na Na parte da tarde, há muitas pessoas, por isso é recomendado, se possível, visitar a feira entre 10 e 14h. Em algumas partes da feira, há multidões de pessoas, por isso cuidado com os batedores de carteiras.
De lá, passamos na igreja Nossa Senhora de Belém, em frente ao museu e de então partimos para o Caminito.
  • La Boca
La Boca é um bairro de Buenos Aires, que foi habitado por muitos imigrantes, por se situar próximo ao porto. As casinhas são coloridas pois os moradores as pintavam com o resto de tintas usadas nas embarcações. Não há metrô para chegar até lá, podem ir caminhando, de ônibus ou de táxi. Se for caminhando, tenha cuidado, o bairro é bem precário e faz parte de uma região bem pobre da cidade. Antes de chegar ao famoso Caminito, paramos para o almoço na pizzaria Banchero, que fica na Calle Suaréz, 396.
Caminito é a rua mais famosa de Buenos Aires, porém não tem nada de muito extraordinário e todo mundo te avisa isso, porém não tem como ir até BA e não visitar a rua das casinhas coloridas.

O museo de cera estava fechado quando fomos.

Depois de lá passamos pelo estádio La Bombonera do Boca Juniors. Há um museu e visitações ao estádio. A entrada  custava em torno de 130 pesos por pessoa, não fomos. Há uma loja aberta ao público com artigos do clube.

  • Puerto Madero
Puerto Madero é o bairro mais novo da cidade. Lá funcionam escritórios de grandes empresas, bares e restaurantes famosos, uma universidade, hotéis de luxo, museus e um cassino flutuante. Suas ruas fazem homenagem às mulheres com nomes das mais influentes nas ciências, políticas e arte.  Ele foi construído por Eduardo Madero em 1887 e parou de funcionar no começo dos anos 80, e a partir de 1990 seus galpões começaram a funcionar como residências, escritórios e lojas.


Por lá, se encontram a Escuela de Bellas Artes de la Cárcova, a Fuente de las Nereidas, uma das 
fontes mais belas da cidade. Há também uma igreja Nuestra Señora de la Esperanza e a famosa Puente de la Mujer (Ponte da Mulher). Fomos para lá perto do pôr-do-sol, vale a pena, é bem bonito! Há vários restaurantes, com preços um tanto salgados, mas com uma bela vista. Acabamos decidindo não jantar lá e voltar pro Sarkis, pro nosso jantar despedida (risos).

Não deixem de tomar um sorvete no Mc Donalds, a casquinha deles é de doce de leite! E o sorvete da sorveteria Volta também é muito bom!

E vocês, já foram para Buenos Aires? Quais as dicas que dão?

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